Então o cromo do Saramago pode criticar o que quer e quem quer e o Vasco Polido Valente não pode? Digam lá oh suas inteligências, qual a diferença? Eu também tenho direito a criticar o velho senil, é um trolha sim! Palhaço arrogante. Queria ver o homem fazer o mesmo discurso num país muçulmano! Cambada de cromos.
É curioso como todo este texto consiste em tentar mandar abaixo o Saramago, por todos os meios possíveis, quando afinal o que interessa, no assunto em questão, é o que ele disse, e não quem ele é, ou que mérito tem. O que Saramago disse acerca da bíblia já muita gente pensa e pensou. Pessoas inteligentes e críticas sempre houve. É verdade que não é novidade, mas sabe sempre bem ouvir alguém a dizer coisas inteligentes e interessantes. Tenho a certeza que o autor deste texto sabe o que está a fazer, e que não está a dizer tudo isto ingenuamente, como se não reparasse que lança uma grande polémica, contra alguém que tem provas dadas. Não se pode dizer que um prémio nobel seja um reconhecimento pouco objectivo da excelência de alguém num determinado campo.
Qualquer um pode tecer comentários sobre qualquer matéria. Era o que faltava que alguém, talvez por ter nascido em bercinho d'oiro, viesse afirmar que deveria ser im postos limites a essa liberdade-na matériae no comentário.Sramago espicaçou a IGREJA? Pois a esta até fez um favor-obrigou por certo muitos católicos a colocarem-se dúvidas.
O doutor por Oxford, que sempre tem assinado com pseudónimo, por vaidade saloia (na verdade chama-se Vasco Correia Guedes), a mesma saiolice que agora critica a quem se indignou com Saramago, destila toda a sua vaidade de catedrático (com escolaridade obrigatória feita) e o seu rancor de classe por um modesto serralheiro ter chegado aonde chegou. E isso, não se perdoa. Saramago não é feliz nas suas intervenções públicas. Não é, não. Mas quem não quiser, não ouve. O facto é que Saramago, do alto dos seus 80 anos, ainda será lido daqui a 80 anos e Vasco Correia Guedes será esquecido assim que morrer. E isso não tem perdão. Afinal, um doutor por Oxford... a que ninguém liga importância alguma não fosse ele ser de direita. Na falta de intelectuais à direita ainda se encontra uns incensadores, mas só uns poucos. E isso também não tem perdão.
E se tivesse juízo, não seria boa ideia? A sua "crónica" é das "coisas" mais infelizes que já li. Mas, vindo de quem vem, o burro sou eu, pelo espanto. E é você dótor. Balha-o deus!
Vasco Pulido Valente, doutorado por Oxford, pessoa que me habituei a ler e a respeitar, não é neste texto merecedor de qualquer benevolência pois, oxfordista militante, não reconhece a Saramago o direito a ter opinião sobre a Bíblia ou sobre outro assunto qualquer, considerando-o de menos valia e menos fiável por este não ter nascido numa família com os pergaminhos da dele - não sei quais sejam, sei apenas que o local social e económico em que maioritariamente nos forjámos e forjamos, os Portugueses, nada tem de BRITISH. Pergunto se é aceitável chamar a classe de nascimento de alguém para desse facto retirar a conclusão de que a opinião a escutar só pode provir de alguém para quem o chá e as boas maneiras constituíram o alimento primeiro. Também é por demais evidente, para o Doutor Pulido Valente e uns quantos mais, que o entender o mundo tem de passar pelo o uso de lentes anglo-saxónicas. É desbocado, nada humano e grosseiro este seu artigo. Saramago, goste-se ou não do que escreve, merece melhor crítico.
A quem o espírito filosófico deveria ter alargado horizontes (afinal não...) não poderia estar mais enganado no seu triste e tacanho comentário.
Caro VPV: Como cidadão que é reconheço-lhe o direito à opinião. Do mesmo modo reconheço-o a Saramago. E até ao Papa, já que vamos pelo caminho da religião versus comunismo... ou pelo menos o insinuamos. Afirmo que o respeito e a liberdade são os dois únicos valores por que vale lutar. Entendo que o caro VPV não queira viver nesses valores, ou deles possa abdicar em função de uma verborreia que crê ser inteligente. Talvez até o seja... O facto de lhe darem atenção por todos estes anos talvez a si lhe pareça que o justifica. Mas não. Fomentar esta querela bacôca cai-lhe mal. E ao fim de tantos anos, se ainda não consegue fazer nada positivo pelo país, para quê continuar??
Ena tanto fel... tristes. Só comento o que Saramago disse ser a Biblia um manual de maus costumes. Estranha generalização. Jesus e a sua ideia do amor pelo próximo, até à morte, do dar a outra face, do perdão, é a maior lição, o maior ensinamento da história das religiões e dos Homens em geral. Mas Saramago não percebe. Houvesse mais amor como o que Jesus pregou pelo mundo (deixem lá as patacoadas do Antigo Testamento para os judeus e as ideias dos milagres e da ressureição) e este seria bem, mas bem bem melhor.
Ó Sr. doutor que cumpriu a escolaridade obrigatória, para dizer asneiras, mais vale ficar caladinho dentro do seu buraco. Ou então alguém te podia mandar de vez para a beira da Manuela para lhe fazer companhia, coitada.
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