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Notícia 1 de 4

No 4.ºano nem todos sabem quando usar "nós" e "noz"

Por Bárbara Wong

Investigador preocupado com atraso das crianças na leitura. Falta formação dos pais e dos professores, aponta


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Fernando, F. Algodres. 22.10.2009 16:50  
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ERROS

E a jornalista também não escreve muito correctamente. Muitos livros adoptados nas escolas têm erros, as legendas nos filmes são uma vergonha e os próprios professores que deveriam ensinar cometem vários. Deixou de haver a referência para se escrever bem e são mais as fontes da asneira que as do correcto. São as novas oportunidades...

bruno ribeiro, valpaços. 22.10.2009 15:42  
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público

pronúncia serigual, bastam três linhas para descobrir que nem com credências jornalísticas a lingua Portuguesa é respeitada

Maria Almeida (tenho outros apelidos; este para o efeito chega), Londres, Reino Unido. 22.10.2009 15:18  
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comentario ao comentario

Caro Pedro Carvalho (Krefeld), talvez devesse viver no Reino Unido para saber que coisas como as que acontecem em Portugal sao em tudo semelhantes 'as que acontecem onde me encontro. Aqui, os adolescentes sao olhados como animais selvagens dos quais se deve ter medo de educar. Nao seria de admirar que alem disputas por telemoveis em plena sala de aula, com professores e outros, houvesse licoes de pugilismo com os "educadores" a fazerem de saco de pancada, ja que supostamente estao interditos de se defenderem (!). Peco desculpa mas e' mais do que normal, quando se pergunta o apelido a quem quer que seja, obter como resposta o ultimo apelido (uma vez que e' vulgar tomar-se "apelido", nome de familia, como o ultimo apelido de cada individuo, e nao por referencia a todos os apelidos que o individuo possa ter). Talvez nao o chateie a si o facto de uma actriz brasileira (ou de outra qualquer nacionalidade) enxovalhar e denegrir a Historia e cultura de um povo por ignorancia e falta de educacao, mas a mim chateia. A reforma do ensino em Portugal nada tem a ver comescarnio. Cuspir em patrimonio cultural e religioso, mesmo nao tendo fe' professa, e' vulgar e reprovavel.

Maria Almeida (tenho mais apelidos; creio bastar este para o efeito), Londres, Reino Unido. 22.10.2009 15:15  
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Resposta a Pedro Carvalho

Caro Pedro Carvalho (Krefeld), talvez devesse viver no Reino Unido para saber que coisas como as que acontecem em Portugal sao em tudo semelhantes 'as que acontecem onde me encontro. Aqui, os adolescentes sao olhados como animais selvagens dos quais se deve ter medo de educar. Nao seria de admirar que alem disputas por telemoveis em plena sala de aula, com professores e outros, houvesse licoes de pugilismo com os "educadores" a fazerem de saco de pancada, ja que supostamente estao interditos de se defenderem (!). Peco desculpa mas e' mais do que normal, quando se pergunta o apelido a quem quer que seja, obter como resposta o ultimo apelido (uma vez que e' vulgar tomar-se "apelido", nome de familia, como o ultimo apelido de cada individuo, e nao por referencia a todos os apelidos que o individuo possa ter). Talvez nao o chateie a si o facto de uma actriz brasileira (ou de outra qualquer nacionalidade) enxovalhar e denegrir a Historia e cultura de um povo por ignorancia e falta de educacao, mas a mim chateia. A reforma do ensino em Portugal nada tem a ver comescarnio. Cuspir em patrimonio cultural e religioso, mesmo nao tendo fe' professa, e' vulgar e reprovavel.

Anónimo, Almada. 22.10.2009 13:23  
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Mais do mesmo

Os meus pais eram semi-analfabetos. Não frequentei o pré-escolar e no 4º ano não cometia erros destes. Francamente! Continuamos com paliativos para justificar o emprego desta multidão de pedagogos que, em muitos casos, foi responsável pelo estado a que tudo isto chegou. E Agora são eles ainda que dizem ter a cura para o mal. Temo que seja demasiado tarde.

José Paulo Santos, Portugal. 22.10.2009 11:13  
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O PNL pode ser mais ambicioso e o ME também

Surpreendidos?! Receio que, se não melhorarmos as condições de trabalho dos professores, a situação ainda vai piorar. Para Ensinar, é preciso tempo para Aprender e isso é algo que está a ser desperdiçado em meras tarefas burocráticas nas nossas escolas. Os professores devem poder frequentar livrarias, bibliotecas, seminários, conferências nacionais e no estrangeiro. Não podem ser penalizados por quererem formação! Vejo-os enclausurados, engaiolados nas escolas, alheios ao mundo, completamente afastados das oportunidades. Repense-se no que estamos a fazer aos professores, às escolas, aos nossos alunos... e aos pais! E ao país! O Estatuto da Carreira Docente, o Currículo Nacional e a Gestão Escolar têm de ser discutidos urgentemente!... Ler Mais O Plano Nacional de Leitura tem de ser mais ambicioso: ofereça-se livros às famílias; faça-se um programa diário na TV; convidem-se autores a falar sobre os seus livros que constem no PNL; criem-se passatempos onde se ofereçam livros, dicionários, enciclopédias! Campeonatos de leitura! (Continua aqui: (...))

Pedro Carvalho, Krefeld. 22.10.2009 09:51  
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Ensino

Trabalho num Helpdesk e devo dizer que este problema não é só português. Há muitos franceses que não sabem distinguir o infinitivo do particípio (demander e demandé), ou escrevem içi. 99% dos Portugueses com quem falo não sabem o que é um apelido (dão-me o último nome), mesmo com um curso superior completo. Penso que o ensino português é dos piores da União Europeia (em que países mais os alunos batem nos professores por não poderem usar um telemóvel durante as aulas?!?), não prepara ninguém para a inovação e muito menos para o desenvolvimento. Mas num país de engenheiros e doutores, uma reforma do ensino é vista como uma anulação dos graus académicos obtidos (que não é). Até esta reforma ocorrer, não se chateiem por verem uma actriz brasileira tonta nos chamar burros.

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