• 21 de Novembro de 2009
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Caderno > Portugal
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Notícia 4 de 26
Constitucionalistas consideram que referendo era decisão política ENRIC VIVES-RUBIO

Casamentos entre homossexuais avançam

Por São José Almeida

José Sócrates afastou a consulta popular, uma decisão que era apenas uma escolha a fazer pelos políticos. O Parlamento tem legitimidade para legislar, garantem os constitucionalistas


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Jorge Silva Marques, Lisboa. 06.11.2009 13:09  
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Fazer um referendo

Fazer um referendo sobre esta matéria num país "maioritariamente católico" (ou seja, maioritariamente homofóbico) seria o mesmo que fazer um referendo sobre os direitos da minoria de raça africana num país maioritariamente branco e racista: seria absolutamente contrário a todos os princípios de um Estado de Direito!!! O mesmo que perguntar na Alemanha do III Reich o que a população achava dos judeus!!!

Maria Cabral, Vidago. 06.11.2009 13:03  
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Constitucionalista desonesto

O Sr. Jorge Miranda é um muito competente manipulador da Constituição, de quem se acha dono. Quantas vezes faz juízos que não lhe competem, baseados em citações parciais de acórdãos, com total desonestidade mental, a fim de consolidar o poder de que usufrui nos círculos políticos, mediáticos, etc. Só de pensar que este vigarista quase foi escolhido para Provedor...

Lee, SJM. 06.11.2009 11:07  
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não ao referendo

Direitos não se referendam!!! (o título pode sugerir casamentos entre um homem homossexua e uma mulher lésbica, por exemplo...)

Marta, Aveiro. 06.11.2009 10:16  
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Permitir não é obrigar

Aos homofóbicos é devido um esclarecimento, caso a lei permita o casamento civil entre homossexuais, este não será nunca obrigatório, quem o desejar, poderá casar-se com uma pessoa do sexo oposto. A questão que se coloca é se passamos de um quadro jurídico que não prevê uma situação, para um quadro em que se legisla sobre a realidade existente. Com ou sem lei, continuaremos a ter homossexuais mais ou menos assumidos, que continuarão a viver, na prática, as mesmas experiências dos heterossexuais. Porque não dar-lhes os mesmos direitos? Deixarão de existir, para bem de muitas consciências retrógradas e tacanhas, só porque não estão previstos na Constituição? Quem é contra o casamento homossexual, tem bom remédio, casa-se num contexto heterossexual. A mudança que se prevê na lei não vem incomodar ninguém, nem restringir liberdades, vem apenas beneficiar quem está excluído. Não entendo a polémica...

PM, Póvoa de Varzim. 06.11.2009 09:28  
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Esperemos que avance. O debate ridículo e acéfalo que fizeram em volta desta questão, eu era a favor que a adopção fosse feita daqui a meia dúzia de anos, mas agora penso que também deve seguir como foi em Espanha. Se bem que o ideal fosse uma transição suave, mas o debate que se criou, tornou isso desnecessario, pois muitos contra, tinham isso em mente. Só podia, porque oporem-se a gente alheia com quem se casa ou não, não faz qualquer sentido, estamos onde? Médio Oriente? Porque que os gays querem-se casar? é simples, os desejos e anseios dos casais são os mesmos, em nada são diferentes. Não se trata de atacar a instituição sagrada do casamento num estado LAICO, é que caso não perceberam Portugal é um pais laico desde 1911 e ao vermos na TV o que se passa no médio oriente percebe-se bem os motivos porquê, e que as elites do século XIX já tinham percebido de ante-mão. Queres referendar com quem eu posso casar-me, ó "heterosexual" lisboeta. Se calhar querias que eu casasse contigo, mas olha, nao tou lá muito interessado. Deves achar que andamos todos a dormir, pseudo-macho.

Edmond Inacio, Cascais. 06.11.2009 08:06  
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Que este pais seja de todos e nao so de alguns.

O casamento,ou união de pessoas do mesmo sexo,civil ou religioso - não esta ainda bem esclarecido - nada tem a ver com a estrutura da sociedade.O constitucionalista catolico Jorge Miranda engana-se ,ele esta estruturado pelos seus preconceitos..O casamento entre pessoas do mesmo sexo - civil ou religioso - tem sobretudo a ver com o modelo de sociedade que pretendemos.Uma sociedade onde a lei e a mesma para todos e onde a acção do Estado não entra no quarto de dormir das pessoas,espaço privado.Nao esqueçamos que o casamento e um dos sacramentos da Igreja e que ha em Portugal a separação entre o Estado e a Igreja.Ao Estado não compete realizar a ´´cidade de Deus´´.

Eu Heterosexual, Lisboa. pt. 06.11.2009 07:59  
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Ó Moral dos Parvos

Por 860 anormais... querem Obrigar o país a parecer um Portugal de Maricões! Venha uma consulta ao Pôvo de Portugal... e vocês vão ver !

Assim vai Portugal, Ranholas. Sodoma e Gomorra. EU. 06.11.2009 07:53  
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E porquê?

Eu quero um plebiscito a esta coisa... Por 860 criminosos sexuais... um país não deve pactuar com a imoralidade: Ide e Multiplicai-vos , foi o que disseram a Adão e Eva. - Não esta cretinice! Eu acho que ser homosexual é uma opção individual: Não tem que lançar lama sobre Portugal e os cidadãos normais!

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