• 21 de Novembro de 2009
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Notícia 1 de 2
Legenda com duas linhas alinhada a uma coluna rui gaudêncio

Exmo. Sr. Não autorizo aulas de educação sexual

Lutaram contra a publicação da lei, agora não querem que os filhos frequentem as aulas onde o tema será tratado. E vão lançar uma carta, aos pais e mães do país, a dar a conhecer a sua posição


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Anónima, Lisboa, Portugal. 08.11.2009 09:47  
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jovem

Há vida inteligente fora da escola! Preferia ter aulas de música na escola e saber tocar algum instrumento musical, mas isso em Portugal ainda não é para todos. Já os preservativos todos querem dar. Até o assédio sexual de professores já tive que passar.

Isabel Fernandes, Lisboa, Portugal. 07.11.2009 21:36  
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FUI JOVEM, JÁ SOU MÃE

A educação sexual tem consequências psicológicas profundas, que ficam fora do alcance de qualquer escola! Os jovens têm o direito de serem protegidos pelos seus pais, que são quem mais os ama. Os srs psiquiatras, políticos, professores, educarão os seus filhos à sua responsabilidade, mas não lhes compete julgarem os restantes pais, nem julgarem-se melhores que eles. Ás escolas, pede-se a educação intelectual e o desenvolvimento de aptidões profissionais para os futuros cidadãos activos. Imponham nas escolas a distribuição gratuita do material escolar obrigatório! Dêem consultas de aconselhamento sexual nos centros de saúde, tanto para os pais como para os filhos que precisarem! É crime, é violação, é abuso a exposição despersonalizada e tendenciosa imposta a crianças e a jovens, sobre assuntos da intimidade de cada um, num local público como as escolas, sem opção dos encarregados e responsáveis de educação.

Anónimo, Alcochete. 06.11.2009 12:32  
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Os lacaios do Governo nas Escolas

A vice da escola D. Pedro Varela é um dos muitos exemplares de tiranetes que pululam nas escolas. De facto esta (ir)responsável educativa mistura/confunde a matéria da reprodução com a educação sexual; confunde duas àreas, ambas distintas e delimitadas no curículo dos alunos: ciências naturais e educação para a saúde (chamemos-lhe assim., é bonito). Para uma e para a outra estão estipuladas na Lei as horas a dedicar durante o ano lectivo. No caso das ciências, já há muitos anos, com um curículo definido, e com um estatudo proprio: área curricular disciplinar. Isto tem implicações na forma e nas cosequências da avaliação. A educação para a saúde (lindo!...) é outra coisa. Trata-se de uma área não disciplinar, obedecendo a outros critérios, tanto na forma como no critério de avaliação. Fazer a avaliação das duas numa só?! Decidir que é nas aulas de ciências que se aborda o currículo da educação para a saúde, não compete à escola?! Pelos vistos, há pessoas que se consideram " a escola" (falta saber se a contar com a vedação ou sem ela, se com os caixotes do lixo ou sem eles...). De facto há pessoas que não enxergam os seus limites...

SF, Porto. 05.11.2009 21:27  
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à opus dei

pais católicos, bons educadores?... sempre que um adolescente me aparece no consultório e me questiona sobre este assunto, até me espanto como é que os pais "o fizeram"... a ocultação do conhecimento (prática frequente nas mais variadas religiões) foi sempre um factor de atraso social dos países do sul da Europa... fossemos nós maioritariamente luteranos, ou anglicanos... que miséria...

Anónimo, Portugal. 05.11.2009 20:56  
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De uma jovem

Perturba-me o facto de nesta polémica toda ninguém referir a opinião dos jovens em causa. Sendo pais alegadamente responsáveis e activos nas educação dos seus filhos terão também a coragem de simplesmente perguntar a posição dos mesmos em relação ao assunto? São jovens, é certo, não têm enquadramento legal nessa questão, é certo também, mas não esqueçamos que apesar de jovens são indivíduos, com direito a uma opinião. Sendo pais responsáveis acredito que incutam essa mesma responsabilidade aos seus filhos logo a Ed. Sexual não representa um perigo. Os vossos filhos serão responsáveis e maduros o suficiente para lidar com esses temas ditos delicados, da mesma forma que são maduros e responsáveis o suficiente para lidar com o ensino da anatomia humana, dando um exemplo. A liberdade é um direito fundamental, sem dúvida. E a ignorância, será um vantagem? Na minha opinião não. Nunca.

Zarluk, Amareleja. 05.11.2009 19:46  
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Pipis e Pilinhas fora das aulas, já!

Não vão um dia as criancinhas descobrir para o que servem ;-)

Anónimo, Lisboa/Portugal. 05.11.2009 18:23  
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Corromper a Sociedade

Ao longo dos tempos, a forma de dominar e derrotar uma sociedade, passa por controlar as suas élites (mesmo sem carácter, como as nossas) e corromper o povo! A (falsa) educação sexual que se pretende introduzir nas escolas (a fatia maior está encoberta) tem por objectivo fomentar a promiscuidade nas relações entre rapazes e raparigas, não interessando as consequências..., e o maior drama, é a banalização, a irresponsabilidade num campo que mexe muito com os sentimentos, com a dignidade do Ser HUmano...., só seres primários, é que reduzem a sexualidade Humana à condição animal! -Depois..., temos a porta aberta para o egoismo e todos os comportamentos daí resultantes!

maria papoila, Portugal dos anjos. 05.11.2009 18:08  
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Sugestão

Nas aulas de educação sexual podiam substituir o crucifixo por objectos alusivos de cerâmica das Caldas...

Anónimo, Lisboa/Portugal. 05.11.2009 17:42  
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Não à educação sexual obrigatória

Sou pai de 5 filhos e a favor da opção de escolha relativamente à educação sexual. Também escrevi uma carta para a escola que anexei ao processo de matrícula deste ano, referindo que não autorizo a participação dos meus filhos em aulas de educação sexual.

Anónimo, Lisboa. 05.11.2009 16:41  
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Há uma realidade!

Bem, eu só queria que a associação de pais contra as aulas de educação sexual fossem ler algumas das coisas que a disciplina implica. Aliás até podem começar pela lei n 60/2009, especificamente o artigo 2. E como vão poder ver a finalidade não é o aumento da actividade sexual precoce. Mas a chamada de atenção para algo, que para além, de fazer parte da natureza do desenvolvimento da identidade (queiram ou não) alerta para questões de esclarecimento sobre diferenças entre géneros, esclarecimentos sobre o que é o afecto na sexualidade (o que pode ser importante para casos de violência no namoro). Bem isto para dizer que falar de sexualidade nas escolas é e será mais do que o acto sexual. e mais uma questão: gravidez na adolescência é uma realidade!

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