Portugal está em quarto, a contar do fim, no que toca à confiança e ao orgulho no próprio país
Quando os media - TV, Rádio, Jornais e Revistas apenas reflectem o que há de negativo numa sociedade que como todas tem aspectos positivos e outros negativos que se pode esperar? Os líderes políticos e todos aqules que duma forma ou outra são fazedores de opinião deveriam comportar-se como um bom treinador de futebol ou seja motivar os cidadãos para terem orgulho em si próprios e baterem-se pela sua afirmação e não passar os dias a citar os eventuais erros dos outros que são os mesmos que sistematicamente praticam. A demagogia ainda assenta arraiais na nossa vida diária.
Eu axo que o que interesa aos portugueses e deitar de se-reconhecer tudo o tempo como portugueses y más como pessoas que lutan por seus propias capacidades, e tambem por las de sua comunidade...e recomendavel nao esperar que os problemas venhan a salvarlos os "grandes portugueses", ni futbolistas que dignifiquen ao país, ni burradas a que os jornales acostumbran...o problema para mi de facto (tambem de analistas y sociologos pouco recomendavels) e confundir orgulho nacional con autoestima individual...o titulo do inquetiro "national pride" nao fala de...uma "autoestima muito baixa"...a ver si a elite intelectual portuguesa deixa o pensamento gregario y de manada...por exemplo, minha vida, ni minha autoestima, melhorou quando Espanha gañou a eurocopa, ni de basket, ni de futbol...tudo issos discursos para min sao treta...(desculpar meu mao portugués)
A pesquisa revela que o Instituto não conhece o Brasil.
Em relação ao Brasil esta pesquisa demonstra que o instituto não conhece o Brasil e o povo Brasileiro. Para o caso brasileiro a pesquisa não revela a realidade.
Esqueçam as palmadas nas costas, as cunhas, os conhecimentos e os créditos. Não acreditem nos bancos porque quando precisarem mesmo de ajuda, nunca, mas nunca os bancos darão a mão. Antes pelo contrário. Não montem empresas, não contribuam para a segurança social e não paguem um tostão às finanças, mas trabalhem o mais que possam. Façam dois pés de meia e recusem-se a emigrar. Amem Portugal mas escolham o vosso. Um diferente. Um Portugal sem fado, sem fátima e sem futebol. Vão votar. Vão votar sempre. Os que nunca o fizeram antes, os que o fazem sempre e escolhem o que vos apetecer. Vão para o café conversar sobre isto e não sobre mulheres, homens, roupas e carros. Leiam livros como se não houvesse amanhã. Deixem os idosos atravessar as passadeiras e dêem-lhes o vosso lugar nos transportes públicos. Acreditem nos jovens, por mais estouvados que vos pareçam. E talvez, se alguma coisa verdadeiramente mudar, a auto-estima possa subir. Senão chamem pelo Rei. Ao menos uma coisa diferente e com pinta.
Sou um infeliz. Ando por aqui a lançar impropérios. Volta e meia dá-me para isto. Desculpem o estado psicológico em que me encontro. Faz-me falta o vinho que por aqui não há. Adeus.
Pobres portugueses!! Como podem ter uma elevada auto-estima se nada valem? Tudo o que fizeram, fazem e dizem é insignificante e o mundo vive bem sem Portugal e os portugueses. Se são bons em alguma coisa é a carregar baldes de areia e cimento e a assarem sardinha e obviamente a cozinharem o intragável bacalhau que os noruegueses não querem e os vendem a preço de ouro. Portugal ...... bah!!
Senhores Jaroslav Bruckner e Anónimo, Lx: desculpem a intromissão nessa conversa deveras inteligente, educada e respeitosa. Mas, ainda bem que vivo no Brasil: aquelas bundinhas redondinhas em Copacabana não deixam dúvidas. Sou português, amo a misceginação e, por isso, tenho auto-estima. Se vivesse em Lisboa ou Praga, amaria as portuguesas ou checas. Tanto faz: são todas bonitas! Paz e amor ... e auto-estima para todos(as) e em cima. Esta foi a minha reflexão (profunda, diga-se...) enquanto bebo uma caipirinha espectacular na Cidade Maravilhosa.
Não concordo com o sociólogo Manuel Villaverde Cabral quando diz que os potugueses têm falta de patriotismo e se sentem inferiores em relação aos povos de outras nações, embora alguns assim o demonstrem, acho que falando da maioria está a inventar com um exagero empolado a não ser que nunca tenha feito pesquizas nos países onde exitem grandes comunidades portuguesas para se inteirar do seu patriotismo. Essas gentes guardam os bons costumes, a música, a lingua pátria e tudo o mais que seja português. Os Cônsules e Embaixadores de Portugal que lhe digam, são milhões que não têm vergonha de dizer que são portugueses. De-facto existem hoje em Portugal condições para que alguns não sintam a nacionalidade, porque existem políticas que assim os encorajam. A pobreza constante, a falta de trabalho, parcos salários, corrupção alarmante, justiça que não funciona. Qual a razão da Histôria de Portugal ser retirada das escolas? Existir hoje o ensino de uma segunda língua obrigatória? TVs e Rádios com 20% de programas nacionais, locutores/locutoras com palavras estrangeiras intermiadas no português falado com tiques de vaidade confragendora? Sr. Villaverde venha vêr aqui pelo Canada e USA.
Caro Sr. Jaroslav Bruckner, para alem de ser ignorante toma-me por uma mulher. Pois fique sabendo, que as portuguesas tem mais classe do que as checas. As mulheres no seu pais sao super simpaticas, sao elas e os cardos! E os homens sao super-elegantes, sao eles e as barrigas de cerveja que se vem! E sao palidos como a farinha!!!! Parece que sofrem de problemas de pigmentacao! E cheiram bem? A cerveja e a alcool! As portuguesas sao muito mulheres e geraram herois e homens que desbravaram os mares. O mesmo nao se pode dizer das checas, desconsoladas, palidas - "paes sem sal"! Deve ser da mistura russa! Nao sei o que 'e que o Sr. faz a escrever neste jornal! Nao deverai escrever num jornal do seu pais? Gente como o Sr. nao sao ben-vindos neste jormal ou em Portugal!
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