Sá Fernandes contraria autor do despacho
Quando desço a Avenida da Liberdade e sinto a escuridão provocada pelo excesso de árvores ou quando passeio no Príncipe Real e não consigo usufruir da luminosidade única de Lisboa penso que esta situação só pode ser devida ao medo de ataques e trapalhadas que as pessoas que gerem os arranjos exteriores desta cidade sabem que vão ser sujeitas quando decidem cortar alguma árvore. A generalização da crítica só leva ao imobilismo e há degradação dos espaços públicos. Os casos apresentados nos comentários são um bom exemplo disso: Excesso de sombra e escassez de espaço provocado pelas árvores existentes por um lado; escassez de árvores e de sombra na Praça de Alvalade por outro. A mesma critica para ambos os casos.
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